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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2026
Boato sobre bombom envenenado provoca alarme em Nova Esperança e região, mas Polícia Civil desmente a informação

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Boato sobre bombom envenenado provoca alarme em Nova Esperança e região, mas Polícia Civil desmente a informação

Mensagem com áudio e vídeo viralizou em grupos de WhatsApp e redes sociais, mas setor de investigação da Polícia Civil, em conversa com a reportagem do Jornal Noroeste, apontou que o caso é falso e não há registros de ocorrência.

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Uma falsa notícia sobre supostos bombons envenenados circulou nesta semana em grupos de WhatsApp e redes sociais de Nova Esperança e região, gerando preocupação entre moradores e pais de alunos. A mensagem, acompanhada de áudio e vídeo, afirmava que doces com “buracos suspeitos” estavam sendo distribuídos a crianças nas proximidades das escolas.

A reportagem do Jornal Noroeste teve acesso a várias dessas mensagens, que se espalharam rapidamente entre moradores locais e de municípios vizinhos. O áudio, gravado por uma mulher não identificada, dizia que ela teria aberto os bombons e descoberto sinais de contaminação. Imagens e vídeos com conteúdo semelhante também circularam amplamente, provocando medo e desinformação.

Entretanto, após apuração, o Jornal Noroeste confirmou que se trata de uma notícia falsa. O delegado Dr. Diego Troncha, da Polícia Civil de Nova Esperança, esclareceu que “não há nenhum registro de ocorrência relacionada a bombons envenenados. As imagens divulgadas mostram, na verdade, doces mofados, e a história foi usada para causar pânico entre a população”.

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Casos idênticos já foram identificados em outras cidades brasileiras, sempre com a mesma narrativa e imagens semelhantes — um indício de que o conteúdo é parte de uma corrente nacional de desinformação.

As autoridades reforçam que os pais e responsáveis devem manter a orientação às crianças para não aceitarem alimentos, doces ou objetos de desconhecidos, especialmente nas imediações das escolas. Além disso, a Polícia Civil alerta para o risco de compartilhar mensagens sem verificar sua veracidade, contribuindo, assim, para a propagação de fake news.

FONTE/CRÉDITOS: Imagem do bombom que circula em grupos de WhatsApp e redes sociais. A Polícia Civil confirmou que o doce não apresenta sinais de envenenamento e reforça o alerta para que a população não compartilhe informações sem verificar a veracidade dos fatos - Foto reprodução
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Adjori

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