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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2026
Deputada Maria Victoria (PP) propõe o uso de jardins filtrantes para tratamento sustentável da água no Paraná

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Deputada Maria Victoria (PP) propõe o uso de jardins filtrantes para tratamento sustentável da água no Paraná

Assembléia do Paraná

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A deputada estadual Maria Victoria (PP) defende a ampliação da utilização de jardins filtrantes em espaços públicos e privados de todo o Estado do Paraná. A parlamentar apresentou o projeto de lei 991/2025 para incentivar o uso da técnica como medida complementar ao tratamento das águas, contribuindo para o saneamento básico, a preservação dos rios e o uso racional da água. Os jardins filtrantes constituem uma solução inovadora e sustentável que utiliza plantas aquáticas e substratos naturais para despoluir águas de rios, lagos e córregos urbanos. O processo biológico elimina impurezas e possibilita o reaproveitamento da água tratada para fins não potáveis, como irrigação, limpeza urbana e descargas sanitárias. “O Paraná pode ser referência em soluções naturais e sustentáveis para o tratamento da água. Os jardins filtrantes unem ciência, meio ambiente e paisagismo, melhorando a qualidade da água e embelezando nossas cidades”, explicou a parlamentar. Baixo Custo De acordo com Maria Victoria, o modelo pode ser especialmente vantajoso para municípios de pequeno e médio porte, que ainda enfrentam desafios para universalizar o saneamento básico. “Trata-se de uma tecnologia de baixo custo e alta eficiência, que pode reduzir a carga poluidora lançada nos rios e contribuir para a recuperação de ecossistemas degradados”. O projeto, que está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), prevê ainda que o Estado promova parcerias com universidades, órgãos ambientais, ONGs e a iniciativa privada para apoiar a implantação de jardins filtrantes em parques, escolas, praças e prédios públicos, além de fomentar projetos-piloto em áreas urbanas e rurais. A iniciativa está em sintonia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente os ODS 6 (Água Potável e Saneamento) e 15 (Vida Terrestre) e com as políticas nacionais de saneamento e recursos hídricos.
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